
Várias das futuras mães não imaginam, mas doenças sexualmente transmissíveis, as DST, podem causar sérios problemas ao feto, como as má formações e abortos. Por isso, monitorar a saúde dos órgãos sexuais também é contribuir com uma futura gravidez saudável.
As Doenças Sexualmente Transmissíveis, conhecidas como DST, são doenças causadas por vários tipos de agentes, como HPV, HIV, gonorréia, cancro mole, herpes genital, trichomoníase, sífilis. São transmitidas, principalmente, por contato sexual sem o uso de preservativo, com uma pessoa que esteja infectada. Geralmente, se manifestam por meio de feridas, corrimentos, bolhas ou verrugas.
O ginecologista Aloysio Abdo Campos explica que todas essas infecções podem ser transmitidas ao feto, algumas durante a gestação e amamentação e outras durante o parto normal. O HPV infecta a orofaringe fetal; a sífilis provoca efeitos neurológicos variados; a gonorréia provoca infecção ocular no bebê e o HIV é transmitido na amamentação, provocando os mesmos sintomas que no adulto.
As DST podem também ser transmitidas por transfusão de sangue contaminado ou compartilhamento de seringas e agulhas, principalmente no uso de drogas injetáveis.
O sexólogo Joaquim Nascimento ressalta que para se manter sexualmente sempre saudável, primeiramente deve-se fazer uso da camisinha principalmente quando o contato sexual for de risco. Em segundo lugar, estar em paz consigo mesmo e com a(o) parceira(o) e não aceitar definitivamente que ninguém, mas ninguém mesmo venha a se intrometer na sua privacidade ou intimidade. Privacidade e intimidade devem ser intocáveis.



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