
Embora a maioria das gestações decorra sem incidentes, ocasionalmente as coisas não correm como o planejado, gerando-se um clima de tensão e ansiedade junto do casal e o restante das familias. |
Não existem estatísticas exatas relativas aos abortos espontâneos, mas as pesquisas médicas demonstram que cerca de 80% das mulheres abortam nas primeiras 12 semanas de gestação. |
| Sintomas |
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| Causas | |
O aborto espontâneo pode ter as mais variadas causas - anomalias no feto, infecções, problemas na placenta e/ou no útero -, mas estas tornam-se irrelevantes comparadas com a dor sentida pelo casal que passa por essa experiência. | |
Os dias, semanas e meses que se seguem a um aborto são extremamente difíceis, sobretudo se esta não foi a primeira perda ou se a gravidez foi alvo de um cuidado planejamento .
| Estratégias para lidar com esta situação |
Há dois aspectos que o casal que passa por esta situação não deve menosprezar, se pretende seguir em frente com a sua vida e com o seu projeto de aumentar a família:
Além das sessões com o psicólogo, o casal não deve se isolar do resto do mundo, devendo ao invés procurar outros que já tenham passado pelo mesmo, para desabafar e partilhar sentimentos. |
O aborto não afeta a capacidade da mulher de engravidar num futuro próximo. A maior parte das mulheres que já sofreu um aborto desenvolve, mais tarde, uma gravidez saudável.
A mulher deve ainda seguir uma dieta nutritiva e, se for caso disso, alterar certos hábitos de vida relacionados, por exemplo, com o consumo de álcool , café e tabaco . |



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